A revolta do sertão tuntunense começa a dar resultados

Há um romance  da literatura brasileira(Os Sertões) publicada no início do século 20(1902) que apresenta a melhor definição sobre o  sertão  e para  o sertanejo  e  que serve para caracterizar o que vem  acontecendo na política de Tuntum em 2020 que vem dos mais longínquos povoados da geografia rural do município.

Ao começar a se rebelar contra a dominação quase cinquentenária da oligarquia Cunha/Seabra na política de Tuntum o sertanejo da Santa Rosa, São Joaquim dos Melos, São Lourenço, São Marcos e outras comunidades rurais do alto sertão tuntunense confirmam aquilo que Euclides da Cunha,  na sua obra clássica Os Sertões, perfila de maneira profética “o sertanejo como um forte”   e que o seu lugar de origem e vida, “o sertão vai virar mar”.

De fato o sertanejo de Tuntum é um forte ao longo da história política de emancipação do município ao tolerar nestes 28 anos de mando político de uma família só o atraso social, econômico, educacional das suas localidades distantes da sede, sendo oferecido as migalhas(sobras) de um poder nefasto que agora começa a ruir.

Nesta configuração do sertanejo forte de Tuntum que agora se levanta contra a oligarquia que morre lentamente deves-se colocar a figura emblemática do Presidente da Câmara de Vereadores de Tuntum Nelson do Nanxi e do deputado sorriso Fernando Pessoa   cada um com os seus carismas e suas lideranças dando o novo tom da política da cidade e  levando o  sertão a sonhar com dias melhores, tempos de esperança, progresso e paz crença que a partir de janeiro de 2021 o sertão tuntunense será o mar de desenvolvimento sob os olhares dos incrédulos e dos traidores dos seu povo.

Quanto a oligarquia Cunha/Seabra e seus próceres a  gorjeta ainda faz parte de sua agenda politiqueira no sertão, mas ainda bem que não “cola”  mais para o sertanejo que é um forte e, agora, se rebela contra esta prática abominável de tratar o homem do interior como um miserável sem importância.